Silvetty Montilla abre show do Village People

No próximo dia 8 de Maio, a Via Funchal será palco da celebração dos 30 anos dos eternos “macho men”. E a TOP DRAG Silvetty Montilla, (sucesso absoluto nas boates Blue Space, Cantho, Bubu Lounge, entre outras) foi convidada para animar a festa e apresentar o espetáculo.

A noite contará com várias surpresas e também com a participação do DJ André Pomba, conhecido pelo projeto Grind do club A Lôca.

A banda norte-americana ainda passará pelas cidades de Curitiba, Recife, Rio de Janeiro, Taubaté e Ribeirão Preto (onde se apresenta com a banda Rod Hanna e a cantora Cintya Manlley, interprete do hit “Can’t Take My Eyes Off Of You”).

Em 2004, eles se apresentaram no Brasil e em seguida seguiram em  turnê mundial. Desta vez, os 30 anos serão motivo para uma grande festa repleta de Hits e muita diversão.

Os ingressos para a apresentação de São Paulo já estão à venda e todas as informações sobre a turnê podem ser obtidas no site www.villagepeoplebrasil.com.br

Serviço:

Village People 30 Anos – Via Funchal – São Paulo

8 de Maio de 2008 – Quinta-feira – 21:30

Rua Funchal, 65 – Vila Olímpia

Ingressos: R$ 60,00 – R$ 200,00

Compre por telefone: (11) 3188-4148 – (11) 3897-4456 – Fui Passear

Imprensa: imprensa@villagepeoplebrasil.com.br – Meire Coelho

Promoção: bruno@villagepeoplebrasil.com.br – Bruno Chagas

Realização: Cone Live Show & Entertainment / Via Funchal

Maya @ Flex Club

Este crítico esteve no show da cantora Maya e amou. Veja as fotos:

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Atenção! Crítico discute relação em blog!

Queridos Leitores,

Este crítico anda sumido. Esses dias, uma menina descobriu quem sou eu. Fui reconhecido na Benedito Calixto, praça famosa no reduto gay. Fiquei passado.

Mas na verdade este post servirá pra outra coisa. O outro blog consome muito tempo e hoje um dos leitores abstriu de forma incorreta uma mensagem. Lá eu falo sobre assuntos profissionais e pessoais (99%)… Coisas sobre o coração, eu costumo usar este espaço. Mesmo porque o carinho de vocês é muito forte por mim. Recebo e-mails e e-mails de gente me dando força em muitos dos conflitos.

Então vou dedicar o post ao D*, um italianinho com sobrenome espanhol. Vou fazer um plágio do blog do Aaron (www.xpoise.net) e usar a sigla D*, como ele se refere aos amores e amigos.

Conheci o D* por meio de um amigo, o E*, também conhecido como M*. No mesmo dia achei o menino gatíssimo, sabe quando você vê alguém e já se identifica com ela? Pois é. Estamos ficando há alguns dias. É engraçado que fazia tempo que eu não sentia algo assim por alguém. O cara é mega especial, e rola uma química super bacana.

As atitudes, gestos, tudo me faz crer a cada dia que ele poderia ser um cara perfeito para compartilhar ótimos momentos. Mas como nem tudo é perfeito, ele tem um caso, que pra mim é a mesma coisa que namorado. Alguns amigos falam que eu devo dar o pé, terminar com tudo, mesmo que esteja só no começo. Meu melhor amigo, o P*, já diz que isso é moderno, devo continuar e fazer a linha “sou moderno”. Eu já não vejo por este lado e aposto em algo bacana, mesmo que no final da história vá cada um pro seu lado e que no final de semana, ou no fim da noite, depois da faculdade nós dois possamos tomar uma cerveja e trocar várias risadas como amigos.

Eu posso dizer que estou super tranqüilo, mas pendendo pro “apaixonado”. Não digo que estou completamente apaixonado, mas sinceramente, estou quase, mesmo com o namorado e algumas frases do tipo: “Ah! poderiamos sair eu, você, minhas amigos e ELE”. E ainda depois de uma indagação “Mas você vai dizer que eu sou quem? ” vem algo como: “Ah! Que somos amigos”… Gente! Eu me sentiria super mal numa situação com o rolo dele em cena. “Alguém sabe dizer o que é normal? Pode parecer tão natural…”… Já dizia meu amigo Jay Vaquer..

Bom. Eu resumo essa relação como uma incógnita. Ele é sensacional. Quero ele pra mim. Como sou o ser mais compreensível do mundo, eu vou deixando levar, mesmo que eu me machuque. Eu sou do tipo: “vou até o meu limite para mantér o parceiro numa situação confortável, mesmo que faça mal pra mim”… Talvez seja um erro meu ou problema de signo. Vai saber né?

Hoje, escolhemos nossa música tema. Quer coisa mais fofa? Vou deixar ela ai pra vocês…

Ah! E estou louco por um desse abaixo. Onde será que encontro???

E sobre o D*…. Só Deus sabe!!! Eu torço pro melhor. Junto, Separado, Eterno, Momentâneo… Se for pro bem, eu assino embaixo… Ah! A última coisa que tenho a dizer é que é muito bom sentir carinho por uma pessoa do mesmo sexo. D* é muito bom te beijar, é muito bom estar com você… E do contrário que você pensou no post do outro blog: você ainda irá acontecer muito mais!!!!!!! Muito mesmo. Te digo de coração aberto. Te gosto muito. Conte comigo para o que precisar… Se eu entender que a história deve mudar de rumo, vou te dizer com palavras claras, sem post ou lero lero!

Contra Homofobia

E agora mariana?

Ei amigos!

Faz tempo que não passo por aqui… O outro blog anda me tirando todas as idéias que tenho, acabo postando lá e deixando vocês sem nada. Mas voltei…

Triste. Estou triste… Os homens deste mundo não prestam… Ando meio que sofrendo por isto… Tipo: eu saiu, conheço a pessoa, rola um puta clima, até sexo e talz.. E depois que tudo acaba nem rola uma frase do tipo: “e ai, vamos trocar telefones?”… Raro isso acontecer…

Eu não peço, em alguns casos, ofereço o meu telefone..

Por que será que isso acontece? Este final de semana fiquei com um carinha sensacional. Lindo, gostoso, tudo pra ser um namoradinho legal… transamos e tudo… No final das contas rolou um: “tchau, a gente se fala!”… CARALEO. A gente se fala por onde? Só se for pelo c** dele né? Ai! Revolta…

Poxa. Já fui putão, frequentei inferninhos e tudo mais, mas agora eu quero casar e ninguém entra no meu clima que eu..

E agora mariana?

Revista Odyssey!

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Leitores!

Este crítico esteve ontem no Duplex, uma pequena e charmosa boate na região dos jardins. Ali na Al. Franca, quase esquina com a Augusta. O lugar é bem bacana, uma pena ser muito pequeno e estreito. Parece realmente uma cobertura duplex, onde embaixo seria um lounge e em cima uma pista de dança que parece mais ser underground. Iluminação com leds e um painel colorido atrás do DJ. Arquitetura muito fofa e impecável, além de um público prá lá de bonito. Mulheres são quase a metade, mas todas muito bem vestidas e lindas.

Mas o motivo a minha ida até lá foi pelo lançamento da revista Odyssey, que chegou a sua décima oitava edição e não deixa a desejar em nada, modéstia parte. Vou contar uma fofoca, mas fiquem quietos: eu sou um dos repórteres…  Fiz uma matéria muito bacana, mas não vou dizer qual é, afinal, aqui sou o crítico e lá fora sou um jornalista, produtor etc… Fiquem curiosos. Não é tão difícil descobrir, vale a tentativa!

A revista já está nos principais points GLS e em breve deve ter uma versão virtual em http://www.revistaodyssey.com.br

C.G

Xpoise.net de cara nova!

O blog www.xpoise.net trocou de roupa! Vale a pena a vista!

C.G