Senhores! Estou aqui meio em dúvida sobre uma coisa. Eu sempre achei que DJ Chris Cox (famoso(a) por remixes de Britiney Spears, Christina Aguilera e por ai vai…), fosse um homem. Sempre acessei o site www.chriscoxonline.com e lá, mostra que Chris Cox é um homem, até pelo pronome usado “he” (ele). Ontem entrei no site do Mix Brasil, para ler sobre a festa X-Dement que rolou no Pacha, e o repórter se referia a Chris como mulher. Fiquei pensando com meus botões: tem algo de errado… Ou existem dois DJs (um homem e uma mulher) com o mesmo nome, ou houve algum engano de alguém, talvez meu, talvez do repórter do mix… Em último caso penso em algo pior!! (Mas acho que não existe essa possibilidade)…
Talvez troca de sexo? Não sei!!!! Mandei uma mensagem em forma de comentário para o Mix. Estou ansioso pela resposta! Se alguém puder me esclarecer eu agradeço!
My Space de Chrix Cox (o que conheço) : http://www.myspace.com/djchriscox
(((((((((((((((( Depois de alguns dias, fui verificar a matéria e parece que foi um erro do repórter mesmo. Fizeram a correção. Muito Obrigado!!!! Só poderiam ter me respondido, com um “erramos”))))))))))))))))))
Como um bom repórter, fui credenciado para cobrir a Parada Gay! Fui ontem buscar o “press kit” no hotel Blue Tree, ao lado do Masp! Falando em hotel: tudo está lotado… repito: procure pelas redondezas! … No Kit veio: milhares de folders falando sobre doenças, prevenção etc… Uma pasta do patrocinador “Caixa”, uma bandeirinha de plástico, uma camiseta (GG) e uma pulseira verde! Tudo dentro de uma sacola de papelão.
Sou louco por esses “press kits”, pois sempre são fofos, mas dessa vez me decepcionei um pouco. Até entendo: talvez a verba seja curta. Mas isso não é nada, o importante é o trabalho! A foto (tirada no meu Black Safira LG, que não vou levar pra Parada. Ele é hiper pequeno, e posso perder! Deus me livre!!!):
Amanhã acontece a 1ª. Corrida Internacional pela Diversidade. A largada será na R. Maria Antônia, em frente à Universidade Mackenzie. Serão 5 km de percurso pelo elevado voltando para o mesmo ponto da Rua Maria Antônia. O evento começa às 7h30, quando haverá o alongamento e aquecimento. A partir das 7h50, ocorre a primeira largada, com a saída dos cadeirantes (pessoa com deficiência em cadeiras de rodas). Às 8h00 será a largada de corredores e às 8h10 a largada de caminhantes. As inscrições já foram encerradas. No mesmo dia acontece o Prêmio Cidadania, que irá premiar diversos setores envolvidos no tema GLBT.
Os prêmios serão entregues no palco da 7ª. Feira Cultural GLBT, que acontece também no mesmo dia, no Vale do Anhangabaú, região central de São Paulo, entre as 14 e 16 horas. Nos anos anteriores, a feira era realizada no Largo do Arouche.
O prêmio destaca ações políticas e culturais relativos à valorização da cidadania de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais. O troféu é uma mão em sinal de positivo elaborado pelo designer Duilio Ferronato.
Enquanto os brasileiros se aquecem, em uma “pré-parada”, em busca de hotéis em São Paulo, comprando roupas novas para desfilar na Paulista, compram pacotes caríssimos de viagem para vir de for a do estado, e até gastando fortunas na compra de fantasias para demonstrar o orgulho gay, outros se preocupam com algo mais além. Os gays de Jerusalem não podem (ainda) pensar nesse glamour todo. A maior preocupação deles é com a segurança pessoal.
Por isso, resolvi fazer um especial sobre a Gay Pride de lá. Não posso fazer comparações, colocar adjetivos e coisas parecidas, pois seria injusto. É algo incomparável. A coisa por lá (ainda) é muito diferente. Só pra vocês começarem a entender, traduzi uma matéria de um site gringo, que fala um pouco sobre o fato:
Celebração Gay de Jerusalém é aprovada pela polícia (da Redação do site 365Gay.com)
A Polícia de Jerusalém já deu como aprovada a celebração do orgulho gay, planejada para dia 21 de Junho, mas avisou que isso pode não incluir uma manifestação de parada.
Oficiais da polícia se encontraram domingo (03/06) com membros da Open House, comunidade GLBT que solicitou a inclusão de uma parada no festival.
Um grupo ultra-Ortodoxo, que encenou uma semana de bagunças nas ruas, no ano passado, contra as celebrações do orgulho gay na cidade, informou que se a parada for permitida esse ano, novas manifestações irão acontecer.
Rabbi Oded Shmueli, membro de um grupo conservador, disse, semana passada, para que o governo não aprove a Parada. “Será que alguém com uma tendência diabólica precisa se mostrar?” disse, Rabbi em uma entrevista para rádio Army. “Eles poderiam, ao menos, ter vergonha. Por que essa parada? Pessoas que cometem crime ou roubam bancos são preocupados com a vergonha. Então, o que devemos dizer à eles? Roubem os bancos; cometam estupros; crimes; tudo?
No ano passado, a parada foi cancela devido a uma série de manifestações durante uma semana, por grupos haredi. Milhões de pessoas desse grupo foram às ruas, colocando fogo em latas de lixo e ofendendo dezenas de pessoas.
Em vez da parada, o grupo Open House realizou shows na universidade de Hebrew, onde qualquer um que entrava no local era revistado pela polícia. Não houveram incidentes.
A parada do ano passado foi marcada por violência. Dezenas de protestantes foram arrastados e três foram esfaqueadas. Quase mil pessoas que protestavam formaram uma rota e jogaram garrafas com urinas e malas com fezes nos que participavam da passeata gay.
Um pouco depois que a parada começou, Shai Schlissel, membro heredi, foi em cima de duas pessoas, na rua Ben Yehuda, esfaqueando-os. Uma terceira vítima tentou ajudar as outras duas e acabou sendo morto também. Atualmente, Schlissel está preso.
Micky Rosenfeld, porta-voz da polícia, disse que se a parada acontecer de forma que impossibilite a segurança dos participantes, tudo será semelhante a anterior.